Sobre caxirolas, sósias, protestos e mais brigas

IMG_1336[1]

Criada e já proibida na Bahia, a caxirola chegou a SP. A Camisa 12 providenciou uma versão alvinegra (foto abaixo) para a batucada de aquecimento na Praça Charles Miller. Boa sacada. Dentro do estádio, não vi. Provavelmente a PM barrou. Oxente, liberem logo os inofensivos apetrechos musicais.

IMG_1307[1]IMG_1327[1]IMG_1311[1]

Diretor de futebol, membro do Comitê Gestor do Santos e nome forte na sucessão à presidência do Santos, Pedro Luiz Conceição assistiu à final em meio à galera (foto abaixo). Quando o pau quebrou, deu aquela saída pela esquerda, mas voltou no segundo tempo. É o segundo jogo seguido em que santistas brigam entre si. Em Mogi Mirim, na semifinal, a confusão foi maior.

IMG_0035

IMG_1321[1]

Sósia do Cássio (abaixo) foi requisitado demais para fotos. Igualzinho. Transitou também um candidato a cover do Pato, mas não tinha nada a ver.

IMG_1326[2]IMG_1329[1]IMG_1313[1]IMG_1319[1]IMG_1310[1]

Protesto corintiano antes do jogo. Contra o preço dos ingressos, contra a mídia e contra as entidades que regem o futebol brasileiro e paulista, possivelmente por conta da punição que afastou a Gaviões da Fiel dos estádios. Uma das faixas resume: contra o futebol moderno.

IMG_1328[1]IMG_1309[1]IMG_1306[1]IMG_1337[1]

Este slideshow necessita de JavaScript.

CURTA NO FACEBOOK

SIGA NO TWITTER

Jogo brigado

Imagem

Noite de sustos entre os santistas. Na arquibancada, pancadaria. Torcedor versus torcedor e torcedor versus PM. Vários entreveros durante o intervalo e o segundo tempo. Em campo, tensão constante com o placar adverso e, no fim, outra vitória dramática nos pênaltis.

Imagem

De empate em empate o Santos chegou à quinta final seguida do Paulistão. Buscará o tetra, feito inédito na história do campeonato. Façanha não realizada nem pelo Rei. E ao Sapão, parabéns. Jogou mais que o Santos.

ImagemImagemImagemImagemImagemImagemImagem

IMG_1244[1]

Este slideshow necessita de JavaScript.

Nas palavras do vendedor ambulante, os drinks acima são caipirinhas de vodka com “essências” de fruta: R$ 4,50. A azul, de tutti-fruti, misteriosamente, teve mais saída. “Diferente, né?”, comentou. Sim, bastante.

CURTA NO FACEBOOK

SIGA NO TWITTER   

Tobogã do bem (vazio)

IMG_0984[1]

Nove mil ingressos de tobogã estavam à disposição por apenas duas garrafas pets. Mesmo assim o público de Santos 1 x 1 São Caetano, nesta quinta, não chegou a 12 mil no Pacaembu. Dois problemas: péssima divulgação da promoção ecológica, batizada como “Jogo do Bem” pela FPF,  e a total falta de interesse por essa estapafúrdia primeira fase do Campeonato Paulista.

IMG_0995[2]IMG_0988[1]IMG_0992[1]IMG_0983[1]

Este slideshow necessita de JavaScript.

CURTA NO FACEBOOK

SIGA NO TWITTER

3 em 1

O Corinthians fez um, mas a Fiel comemorou três gols neste sábado no Pacaembu. E há controvérsias sobre qual vibração foi mais intensa, a do gol da vitória do seu time por 1 a 0 contra o Vasco ou a dos tentos do Inter ante o Palmeiras. A reação no final da peleja, quando a galera deixou o estádio cantando “vai cair porco, vai cair porco”, é uma boa pista.

  

O vascaíno da foto acima fez aniversário nesta quarta e queria ganhar de presente a camisa de seu ídolo. Mas não sem dar a que fez em troca.

Este aí tá agradecendo até agora o gol perdido pelo ex-meia do Vasco nas quartas de final da Libertadores, também no Pacaembu.

E um palmeirense entre os vascaínos enquanto o seu time enfrentava o Inter em partida decisiva no Beira-Rio. Anticorintianismo levado ao extremo.

 

CURTA NO FACEBOOK

SIGA TWITTER

Zona de conforto

Dois 3 x 0 seguidos na rodada dupla do fim de semana do Brasileiro no Pacaembu. Casa cheia nos dois dias. Cerca de 30 mil sábado na vitória do Palmeiras sobre a Ponte e 27 mil neste domingo no triunfo corintiano ante o Sport. Já o clima nas torcidas estava bem diferente. Sob o risco de rebaixamento, os palestrinos comemoraram cada gol como se fosse o último. Já a fiel, focada no Mundial do Japão, como se fosse um amistoso. Talvez devido a uma pontinha de desgosto, embora não admitam, por estar batendo um concorrente direto do arquirrival na disputa contra o descenso. Os palmeirenses, por outro lado, e muitos admitem, vibraram hoje de novo a cada tento no Pacaembu.

SIGA NO TWITTER

Queimados

Virou rotina. Quando o Santos está perdendo, a torcida pega o meia Felipe Anderson pra Cristo. De fato ele vem oscilando demais. Mas, juntar dez, vinte e vaiar o jogador toda vez que pega na bola, é outra só piora a situação. Neste sábado (22/09) à noite, no Pacaembu, na derrota por 3 a 1 ante a Lusa, torcedores do setor laranja quase saíram no tapa por conta da perseguição.

Também houve ataques, menos ruidosos, ao técnico Muricy Ramalho. A falta de padrão de jogo é notória. O time vive em função dos bicões na direção de Neymar. A estratégia (ou a falta dela), obviamente, não funciona com o garoto Victor Andrade no lugar do astro santista, que ontem cumpriu suspensão.

Por fim, no primeiro jogo depois da venda de Ganso ao São Paulo, a cúpula santista pode dizer que terminou tudo como planejado. As poucas reações contrárias (como na foto no alto da página) foram direcionadas exclusivamente ao meia.

SIGA NO TWITTER

Colo-Colo até debaixo d’água

A rivalidade futebolística no Chile é comparável à brasileira. Ou maior. Com toda razão, um amigo chileno cobrou menção ao torcedor que aparece no post anterior erguendo uma bandeira do Colo-Colo. Para secar a arquirrival La U, o colocolino enfrentou chuva e o frio de 5 graus. E levou mulher e filho. Como os ingressos no setor de visitas custaram 40 mil, desembolsou, no mínimo, uns 500 reais. O sacrifício acabou reconhecido pelos santistas. Ganhou uma camiseta da Torcida Jovem (foto) e foi o mais requisitado para fotografias.

SIGA NO TWITTER

Chuva, frio e café

1- O principal desfalque santista veio da arquibancada. Três ônibus da Torcida Jovem não conseguiram chegar ao estádio, em Santiago, por conta de uma volumosa (e incomum) chuva, que interditou a estrada entre a Argentina e o Chile. Tiveram de ver o jogo em Mendoza.

2-  Os que conseguiram chegar foram impedidos pelos carabineros de estender a faixa da organizada, sob alegação de estar atrapalhando a visão. Não estava.

3- No estádio (belo e confortável, diga-se) não é permitido vender cerveja. Como no Brasil. O diferente é que, pelo menos no setor de visitante, também não vendem água, refrigerante ou qualquer outro líquido. Exceto café.

4- Ao final do jogo, os santistas ficaram retidos na arquibancada por uma meia hora enquanto os locais deixavam as imediações do estádio. Também como no Brasil. Durante a espera, porém, os banheiros foram trancados.

5 – A caminho da cancha, o trânsito estava caótico em Santiago. Lembrou o paulistano. Mas não, nesse caso nada tornou a situação chilena pior do que a nossa.

6 – Também circulam genéricos dos nossos flanelinhas pelo entorno do Estádio Nacional de Santiago. Mas é fácil evitá-los. Há vagas de estacionamento dentro do estádio pelo equivalente a 4 reais.

7 – E os problemas climáticos continuaram. Choveu durante quase toda a partida. Molhados, com 5 graus, não foi moleza.

Vídeo e mais fotos abaixo.

SIGA NO TWITTER

Lista de proibidos nos estádios já tem até mulheres

Pacaembu, em jogo da Libertadores, sem a tradicional faixa da Gaviões da Fiel

No último dia 1 de agosto, por conta de atos de violência, mais sete torcedores foram proibidos pela FPF de entrar nos estádios paulistas. No total, são 77 suspensões. O que mais chama a atenção é a presença de três mulheres na lista.  Além dos fãs, as organizadas Gaviões da Fiel, Mancha Alviverde e Torcida Jovem também estão impedidas de ir aos campos uniformizadas e de levar suas faixas. Lamentável, porém necessário. Mas ainda é pouco, comparando-se com a Inglaterra, por exemplo. Por lá, onde as brigas são menos frequentes (hoje em dia, diga-se), vigoram mais de 3000 proibições.

SIGA NO TWITTER  

Patitomania e victor-andradetes

Bastou meio tempo para “Patito” Rodriguez cair nas graças da torcida santista. O Santos virou a etapa inicial perdendo por 2 a 0 para o Atlético-GO, neste sábado, no Pacaembu. No intervalo, Muricy Ramalho promoveu a estreia do argentino. Já entrou partindo pra cima da defesa goiana e, aproveitando um rebote, fez o primeiro gol do alvinegro. Miralles empatou, de pênalti. No final do jogo, em um belo chute de fora da área, quase “Patito” virou a partida. Saiu de campo ovacionado.

E bastaram três jogos como titular para o garoto Victor Andrade ganhar espaço no coração das “neymarzetes”. Com a ausência do ídolo-mor, na seleção brasileira, as garotas começaram a suspirar pelo novo menino da Vila. ”Ele é o mais lindo, estou apaixonada”, disse uma delas colada no alambrado.

Por fim, outro assunto na arquibancada era como a torcida é mais forte no Pacaembu. Foram 11 mil santistas hoje contra 3 mil na Vila, quarta-feira passada, contra o Cruzeiro. Ganha força, assim, a tese do presidente Luis Alvaro de Oliveira Ribeiro, que defende mais apresentações na capital.

 

CURTA NO FACEBOOK

SIGA NO TWITTER

Blog no WordPress.com.
Tema: Customized Esquire por Matthew Buchanan.

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Join 1.016 other followers

%d bloggers like this: