Lembra do Marcos Martiniano? Aquele cartola que sentou na marca do pênalti para impedir uma cobrança contra o São Vicente. Foi no último dia 3, pelo Paulista de A-3. Ele não arredou as nádegas da cal por 15 minutos. A cena correu o mundo, sem exagero.
A birra custou caro. Multa de R$ 30 mil e perda de 3 mandos de jogo. Desalojado, o time do litoral transferiu o duelo de hoje para a Rua Javari. E lá estava Martiniano, novamente, encrencado. Já ecoava o hino nacional e os ingressos não haviam chegado às bilheterias.
O cartola assumiu a bronca. “Culpa minha. Contratei uma empresa ruim. Não cumpriram o prazo.” Mas antes fossem as entradas a maior preocupação naquele momento. A segundos das 15h, hora do pontapé inicial, a ambulância – outra responsabilidade de Martiniano – também não estava lá. E sem público a bola até pode rolar. Sem ambulância, não.
Com uns minutinhos de atraso, primeiro apareceu a ambulância. O jogo pôde começar. Quinze minutos depois chegou o motoboy com os ingressos. Acabou tudo bem. Afinal, havia meia dúzia de gatos pingados esperando. Quanto ao jogo, não teve jeito, a situação do Martiniano piorou: 2 a 1 o Batatais.
Outro fato raro. Embora o mandante tenha perdido, o bandeira Vitor Carmona Metestaine teve vida mansa. Atrás dele sentaram seus pais, simpático casal, e ninguém mais. Talvez tenha sido a primeira vez que Vitor tenha sido chamado durante um jogo apenas e tão-somente de filho da dona Clarisse.




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