Ainda ontem passava o comercial do desodorante Rexona em que Neymar diz que não desistirá de conquistar a medalha de ouro. A menos que se projete o texto para 2016, é um tanto estranho mantê-lo no ar.

SIGA NO TWITTER

9 explicações para a derrota do futebol olímpico

  • Cada seleção pode convocar 3 jogadores com idade acima dos 23 anos. O técnico Mano Menezes escolheu Hulk e o pôs na reserva.
  • E virou reserva para dar lugar ao limitado Alex Sandro, lateral que nem sequer era titular do Santos antes de ser vendido ao Porto. Jogamos, assim, com dois laterais-esquerdos.
  • A opção óbvia era chamar outro zagueiro acima dos 23, pois ficou claro que o atlético Juan disputou a Olimpíada na modalidade errada.
  • Como de costume, a concentração da seleção vira um balcão de negócios. No período olímpico, Thiago Silva trocou o Milan pelo PSG; Lucas trocou o São Paulo pelo PSG; Oscar trocou o Inter pelo Chelsea, Paulo Henrique Ganso  flertou com Inter, Flamengo e Corinthians e Leandro Damião com o Tottenham.
  • Falando em interferência de empresários, o que explica a convocação do zagueiro Bruno Uvini, já que nem no São Paulo ele joga?
  • E falando em Ganso, o meia, de novo, pareceu entrar em campo sem estar totalmente recuperado de contusão e mais preocupado em negociar sua saída do Santos.
  • Não tínhamos substituto para o goleiro Rafael, que se contundiu. Os chutes, com ou sem perigo, que acertaram a meta de Gabriel entraram.
  • Somados todos esses motivos, o time caiu na “neymardependência”. Ele não desequilibrou na final (pois, afinal, é humano) e o Brasil perdeu.
  • E, claro, a cagada do lateral-direito Rafael com 30 segundos de jogo no lance do gol do México.

SIGA NO TWITTER

Blog no WordPress.com.
Tema: Personalizado Esquire por Matthew Buchanan.

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 1.019 outros seguidores

%d bloggers like this: