A seleção inglesa fez uma campanha pífia na Copa de 86. Classificou-se às oitavas de final como segunda do grupo, atrás do Marrocos, e foi eliminada nas quartas pela Argentina, surrupiada, diga-se, pela “Mano de Dios”. Terminou em oitavo lugar. Mas na artilharia um inglês ficou em primeiro lugar. Gary Lineker fez seis gols em cinco jogos.
Passados quase 27 anos, a influência do feito do goleador apareceu por aqui, mais precisamente na Copa São Paulo de Futebol Júnior. Chamou-me a atenção no Cruzeiro x São Caetano o número 7 mineiro: Lynneker. Não é apelido. O nome completo é Lynneker Nakamuta Paes de Albuquerque.
E, surpreendentemente, ao ler as súmulas dos primeiros jogos, creiam, encontrei outros três “Linekers”. Os outros homônimos vêm do São Mateus (Lyniker Silva Lopes), do Goiás (Liniker da Silva Moreira) e do Botafogo (SP), Lineker Jonathan Julião, este o único cuja grafia bate 100% com a do original inglês. A ver se algum deles tem o mesmo faro de gol.

