Vento (ou Furacão) contra

A imagem de parte do Anacleto Campanella em vermelho e preto traz más lembranças ao torcedor do São Caetano. Em seu estádio, o time do ABC perdeu a final do Brasileiro de 2001 para o Atlético-PR. Neste sábado, em fases menos gloriosas, encontraram-se em outro importante duelo. Em jogo, dessa vez, o acesso à Série A. “Já vi esse filme”, comentou um torcedor do Azulão ao descer do ônibus e dar de cara com a turbamulta rubro-negra.

Como há 11 anos, os atleticanos invadiram o Anacleto. Dos 5100 pagantes, cerca de 1500 eram visitantes. Vinte e sete ônibus saíram do Paraná, segundo membro de uma organizada. Do lado azul, guardadas as proporções e a média de público, também havia bom público. Que caprichou na recepção. Fogos de artifício, dezenas de faixas, balões azuis. A Bengala Azul, pitoresca torcida de aposentados, levou até seu canhãozinho lançador de papel picado.

No começo do segundo tempo, o roteiro do São Caetano seguia o déjà vu daquele fã agourento. Perdia por 2 a 0. Hora de soltar nova leva de bexigas azuis. Quem sabe dariam novo ânimo. Meia dúzia delas, no entanto, foram pousar justamente na torcida rival. “É o poder do Furacão (apelido do Atlético)”, gritou um atleticano em posse do patrimônio inimigo.

A equipe do ABC corria atrás do empate. Chegaram a diminuir para 2 a 1. Mas logo em seguida levaram o terceiro. A quatro rodadas do fim do campeonato, os paranaense subiram a 65 pontos, mantendo o quarto lugar. Abriram quatro de vantagem em relação ao adversário, quinto colocado.

Paciência. Afinal, contra o Atlético, até o vento sopra contra.

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Gaviões, o retorno

O roteiro da arquibancada foi parecido nas partidas deste fim de semana no Pacaembu. Mancha Verde e Gaviões da Fiel, maiores torcidas de Palmeiras e Corinthians, voltaram a exibir seus uniformes e faixas no estádio após cinco meses de punição por conta de atos de violência. E gremistas e atleticanos, respectivos adversários, compareceram em massa e passaram aperto no reduzido setor de visitantes do estádio paulistano.

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Patitomania e victor-andradetes

Bastou meio tempo para “Patito” Rodriguez cair nas graças da torcida santista. O Santos virou a etapa inicial perdendo por 2 a 0 para o Atlético-GO, neste sábado, no Pacaembu. No intervalo, Muricy Ramalho promoveu a estreia do argentino. Já entrou partindo pra cima da defesa goiana e, aproveitando um rebote, fez o primeiro gol do alvinegro. Miralles empatou, de pênalti. No final do jogo, em um belo chute de fora da área, quase “Patito” virou a partida. Saiu de campo ovacionado.

E bastaram três jogos como titular para o garoto Victor Andrade ganhar espaço no coração das “neymarzetes”. Com a ausência do ídolo-mor, na seleção brasileira, as garotas começaram a suspirar pelo novo menino da Vila. ”Ele é o mais lindo, estou apaixonada”, disse uma delas colada no alambrado.

Por fim, outro assunto na arquibancada era como a torcida é mais forte no Pacaembu. Foram 11 mil santistas hoje contra 3 mil na Vila, quarta-feira passada, contra o Cruzeiro. Ganha força, assim, a tese do presidente Luis Alvaro de Oliveira Ribeiro, que defende mais apresentações na capital.

 

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