Na torcida 12/07/2012
Torcedor de 67 anos tem dezenas de tatuagens do Botafogo espalhadas pelo corpo

Deve ser um recorde. Delneri Martins Viana, de 67 anos, tem 71 tatuagens espalhadas pelo corpo - a maioria referente ao Botafogo-RJ. E não vai parar. Todas as quintas-feiras faz mais uma. A meta é passar de cem. Batemos um papo com essa figuraça na arquibancada do Pacaembu durante Corinthians x Botafogo, pelo Brasileirão.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Conhecido como Fogão, Delneri exibe nas pernas e braços frases e rostos de botafoguenses ilustres, entre eles Zeca Pagodinho e Beth Carvalho. As costas estão quase totalmente ocupadas pela letra de uma música entoada pela galera alvinegra. A primeira tatoo, em homenagem ao ídolo Mané Garrincha, foi feita há 14 anos.

Delneri influenciou as filhas, Gláucia e Marcela. "Elas têm apenas umas dez tatuagens cada uma."

Mas repare que há um escudo intruso do Grêmio no ombro esquerdo em meio às estrelas solitárias. No pescoço tem outra. Seu Delneri é gaúcho. Mudou-se para o Rio de Janeiro já adulto, aos 23 anos, e se casou com Malvina Viana. Evangélica, a patroa reprova as tatuagens.

 

 

 

 

 

E por causa dela Delneri promete manter apenas duas partes do corpo imaculadas: "No bilau ela não deixa e na bunda não pode, pois sou gaúcho macho." Oficial do exército aposentado há 15 anos, a afirmação de masculinidade também está tatuada no corpo: "Eu sou hétero", lá no peito.

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