Como se vê nas imagens acima, o desembarque do Santos em Santiago foi agitado. Na chegada, por volta das 22h30 (horário de Brasília) desta segunda, jogadores e o estafe santista ficaram um tanto surpresos com a quantidade de repórteres. Neymar era o alvo preferencial, como sempre. Mas ninguém conseguiu chegar perto do craque. Além dos habituais seguranças, ele foi escoltado por dois policiais e seguiu direto ao ônibus da delegação.
Alguns poucos torcedores da Universidad de Chile tentaram fazer uma pressão xingando o astro santista, mas a maioria estava atrás mesmo de uma foto. Cerca de cem pessoas esperavam a chegada do time. Passado o frenesi por Neymar, os jornalistas se voltaram ao argentino Miralles. Velho conhecido no Chile dos tempos de Everton (equipe de Viña de Mar) e do Colo-Colo, rival da La U, o atacante foi o único a conceder entrevistas.
Pela reação da imprensa, nota-se a maior importância dada no Chile à Recopa Sul-Americana. Na edição de ontem do jornal La Tercera, três páginas foram dedicadas ao duelo. Um dos textos destacava o fato de o Santos não ter poupado seus principais atletas na vitória de domingo contra o Corinthians. E a reportagem principal era sobre como marcar Neymar.
Um dos colunistas tratou a partida como a mais importante do ano para a La U. Um teste para medir se a equipe, após perder jogadores importantes, ainda está à altura da que conquistou a Copa Sul-Americana do ano passado. Pois o Santos, embora contextualizada a campanha ruim no Brasileirão, ainda é tratado como o bicho-papão do continente.



Você está em Santiago?
sim, cheguei segunda. meu irmao mora em viña del mar
Por aí tem uma quantidade razoável de referências aos 50 anos do Mundial de 1962? Ou não?
Abraço!